A Microbiológica Química e Farmacêutica acaba de se tornar sócia institucional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A excelência da empresa nas atividades de ciência, tecnologia e inovação motivou sua recomendação à instituição, que vem buscando aproximar institutos de pesquisa, universidades e empresas.

Esse diálogo está presente na história da Microbiológica, criada com a proposta de fazer pontes entre os laboratórios de instituições científicas e a indústria farmacêutica.

O diretor da companhia, Jaime Rabi, explicou ao Jornal da Ciência que “a competência essencial da Microbiológica é em química de ácidos nucleicos, que ao longo dos anos tem se expressado em produtos e processos essenciais para a sociedade”.

A empresa lançou no Brasil, nos anos 1980, processos inovadores para fabricar azatioprina, usada em transplantes renais. Depois, produziu os primeiros agentes antirretrovirais contra o HIV e, com parceiros no exterior, desenvolveu L-timidina e sofosbuvir para hepatites B e C.

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