ABIFINA e entidades do setor posicionam-se contra a ampliação indiscriminada do licenciamento compulsório

A ABIFINA, juntamente com outras entidade, posiciona-se contra iniciativas que ampliam de forma indiscriminada o licenciamento compulsório de medicamentos.

A defesa da segurança jurídica não é corporativa, mas estrutural. Sem proteção patentária, não há inovação radical, não há investimento de longo prazo e não há desenvolvimento tecnológico sustentável.

De acordo com o presidente-executivo da ABIFINA, Andrey Freitas, “a inovação radical só prospera com proteção de patente”.

O Brasil já possui instrumentos legais para situações excepcionais. Transformar a exceção em regra compromete a previsibilidade, afasta investimentos e enfraquece a capacidade produtiva nacional.

Segurança jurídica é condição para soberania tecnológica e para garantir acesso sustentável à saúde.

Leia a íntegra do manifesto:

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