Metodologia Bar Raiser, apoiada por inteligência artificial, aumenta a assertividade das contratações, reduz desligamentos e alcança 97% de satisfação entre candidatos

Em meio aos crescentes desafios das empresas para retenção de talentos e busca por processos seletivos mais assertivos, a Libbs Farmacêutica conseguiu reduzir em aproximadamente 70% a relação entre desligamentos e admissões de colaboradores do seu time de Campo – formado por consultores médicos e propagandistas – após adotar um novo modelo de recrutamento baseado em competências. Inspirada em práticas adotadas pela Amazon, a metodologia Bar Raiser combina avaliação estruturada, participação de múltiplas lideranças e apoio de inteligência artificial para tornar as decisões de contratação mais precisas, inclusivas e alinhadas à cultura organizacional.
Entre maio de 2024 – quando iniciamos o piloto – e maio de 2026, o time de Campo registrou 127 admissões e apenas cinco desligamentos, reduzindo a relação entre desligamentos e admissões de 12,5% para 3,9% em comparação ao mesmo período do ano anterior, quando foram contabilizadas 104 admissões e 13 desligamentos.
Além dos resultados relacionados à retenção, a experiência dos candidatos também apresentou indicadores positivos. Pesquisa realizada pela companhia apontou média de 97% de satisfação entre os profissionais do Campo que participaram do processo seletivo. Transparência, interação com diferentes lideranças e percepção de uma avaliação mais completa e humana foram os aspectos mais valorizados.
Para alcançar esse resultado, a Libbs aprimorou seu modelo de recrutamento ao incorporar a metodologia Bar Raiser aos processos seletivos das equipes de Campo e das posições de liderança.
O termo Bar Raiser, traduzido como “elevar o nível”, representa a busca por um padrão mais elevado de qualidade nas contratações. A metodologia amplia a avaliação dos candidatos, considerando não apenas competências técnicas e comportamentais, mas também o potencial de desenvolvimento, o alinhamento com a cultura organizacional e a capacidade de gerar valor para a empresa no longo prazo.
Na prática, o processo amplia a participação de avaliadores na decisão. Em vez de uma única entrevista conduzida pelo gestor da vaga, o candidato passa por diferentes entrevistas estruturadas com líderes distintos, que avaliam competências específicas de forma independente. O processo conta ainda com a atuação do Bar Raiser, profissional da área de Atração e Captação treinado para garantir imparcialidade e assegurar que a decisão final seja baseada em critérios consistentes, reduzindo a influência de vieses individuais. Ao final das entrevistas, todos os avaliadores participam de uma reunião de consenso para definir, em conjunto, a decisão sobre a contratação.
“Um bom processo seletivo exige tempo, escuta e a participação de diferentes pessoas para que possamos tomar a melhor decisão. Contratar com rapidez, sem a avaliação adequada, pode gerar impactos importantes para a empresa e para o próprio colaborador. Por isso, buscamos aprimorar continuamente nossas etapas e critérios, ajustando o processo à medida que evoluímos, para aumentar as chances de trazer os profissionais mais aderentes à nossa cultura e aos desafios de cada posição”, afirma Elaine Lira, Gerente de Desenvolvimento de Talentos da Libbs.
Mais do que tornar o recrutamento mais eficiente, a iniciativa busca elevar a qualidade das contratações, fortalecer o alinhamento entre os profissionais e a cultura da empresa e contribuir para a retenção de talentos no longo prazo.
Inteligência artificial como aliada
Para apoiar as etapas iniciais da seleção, a Libbs também utiliza a Lis, assistente virtual baseada em inteligência artificial, responsável por realizar entrevistas por voz e apoiar a triagem de processos seletivos que podem receber mais de dois mil currículos para uma única vaga.
Em um dos ciclos analisados, a tecnologia permitiu reduzir em 29% o volume inicial de candidatos avaliados pela equipe de recrutamento, aumentando a eficiência operacional e direcionando os esforços para os perfis com maior aderência às posições.
“O uso da tecnologia nos ajuda a ganhar eficiência sem renunciar ao olhar humano. A inteligência artificial apoia a análise inicial, mas as entrevistas e decisões finais continuam sendo conduzidas por pessoas. Assim, conseguimos dedicar mais tempo às conversas que realmente fazem diferença e tornar o processo ainda mais qualificado”, explica Elaine.
Segundo a executiva, a adoção do Bar Raiser faz parte de uma jornada contínua de evolução dos processos de recrutamento da companhia.
“Na Libbs, entendemos que um processo seletivo de excelência também precisa evoluir continuamente. Assim como fazemos em todas as nossas atividades, acompanhamos indicadores, ouvimos candidatos e gestores e buscamos oportunidades de melhoria a cada ciclo. O Bar Raiser não é um modelo pronto e acabado, mas um processo vivo, que vem sendo aperfeiçoado continuamente para tornar nossas decisões cada vez mais assertivas e proporcionar uma experiência cada vez melhor para quem participa da seleção”, conclui.
Divulgação Libbs

