São substâncias que, ao serem introduzidas no organismo humano ou animal, promovem uma reação do sistema imunológico semelhante à que ocorreria no caso de uma infecção por um determinado agente patogênico. Desta forma as vacinas tornam o organismo imune ao agente patogênico, defendendo-o das doenças por ele provocadas. Neste segmento industrial, a ABIFINA considera somente as vacinas de uso humano, tratando as vacinas destinadas à medicina veterinária no segmento de defensivos animais.
A despeito dos esforços que vêm sendo realizados pelo governo brasileiro, o País ainda não é auto-suficiente na produção de vacinas, recorrendo às importações para atender as demandas da população. A balança do setor é decrescente, tendo-se registrado, em 2006, um déficit de US$ 169 milhões contra US$ 335 milhões em 2008. Tais déficits resultaram de importações no valor de US$ 193 milhões em 2006 e de US$ 386 milhões em 2008, em contraposição às exportações de US$ 24 milhões em 2006 e US$ 50 milhões em 2008. Verificou-se, portanto, um aumento de praticamente 100% nas importações do período entre 2006 e 2008, contra um crescimento de 48% nas exportações brasileiras de vacinas.